O procurador geral do Estado, Gilberto Carneiro, o secretário estadual da Saúde, Waldson Souza, e o governador Ricardo Coutinho têm interpretação absolutamente destoante da que a imprensa elegeu ao noticiar a decisão do Tribunal Regional do Trabalho sobre o contrato entre o Hospital de Trauma Senador Humberto Lucena, em João Pessoa, e a Cruz Vermelha.
A notícia predominante na imprensa deu conta de que o TRT limitou o contrato a apenas mais 6 meses, ficando o Estado impedido de prorrogar a parceria.
Ao blog, Ricardo Coutinho esclareceu que prazo de mais 6 meses se refere ao contrato conforme o estado de emergência decretado por ele no ano passado. A partir disso, o Estado pode celebrar novo contrato com a Cruz Vermelha, desta vez de acordo com as regras definidas pela medida provisória convertida em lei pela Assembleia Legislativa
A notícia predominante na imprensa deu conta de que o TRT limitou o contrato a apenas mais 6 meses, ficando o Estado impedido de prorrogar a parceria.
Ao blog, Ricardo Coutinho esclareceu que prazo de mais 6 meses se refere ao contrato conforme o estado de emergência decretado por ele no ano passado. A partir disso, o Estado pode celebrar novo contrato com a Cruz Vermelha, desta vez de acordo com as regras definidas pela medida provisória convertida em lei pela Assembleia Legislativa
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