Ex-prefeito se defende de acusações na tribuna da Câmara e bate boca com vereadora
27/09/2011 - 09:23 (153 visualizações)Por Heleno Lima
O ex-prefeito de Soledade, Fernando Araújo Filho (1997 – 2004), esteve na tribuna da Câmara de Vereadores durante sessão ordinária realizada na noite desta segunda-feira (26).
Ele foi se defender de algumas acusações que lhe foram feitas recentemente pela atual vereadora e sua ex-aliada, Marina Eloi (PMDB).
Segundo a vereadora, na época que exercia o cargo do prefeito, Fernando teria deixado de pagar as bandas que realizaram alguns shows musicais para o município.
“A senhora, vereadora, pode falar que deixei alguns meses de salários atrasados, pois enfrentei uma tempestade com a mudança de governador (em 2003 sai José Maranhão e entra Cássio Cunha Lima) nos últimos 2 anos do meu mandato e não consegui pagar aos servidores. Agora, dizer que deixei de saldar débitos junto as bandas é uma calúnia leviana e isso não admito”, alega o ex-prefeito.
Fernando lamentou a ingratidão de Marina e disse que havia ajudado ela a se eleger algumas vezes e agora recebe como pagamento a calúnia.
Em seguida, ele disse que quem deixou de pagar por shows musicais foi seu desafeto, Ivanildo Gouveia (PR), que está prestes a deixar o cargo por ter sido cassado por improbidade administrativa.
“Nesta atual gestão, há mais de 100 processos de bandas contra a Prefeitura, pois não pagaram os shows. Mas eu desafio alguém a provar que eu deixei de pagar alguma banda. A senhora preste mais atenção quando vier à tribuna deste parlamento fazer acusações levianas sem provas”, irrita-se.
Marina, que estava ao lado de Fernando, sempre o atrapalhava no momento em que o ex-prefeito fazia uso da palavra e nem mesmo as constantes intervenções do presidente da Câmara, Leleto Gouveia (PSDB), pedindo calma e respeito, foram suficientes, haja vista que a vereadora permaneceu atrapalhando.
Ela disse que em sua denuncia não havia citado o nome de Fernando e apenas disse que tinha se referido ao ex-prefeito ao qual ele respondeu: “de Claudino (1993/96) é que não foi, né vereadora?”.
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